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日志


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Olá amigas (os) td certinho com vcs ?

Eu estou muito contente... minha família está unida novamente, eu, meu nenêm e meu marido, apesar da separação dos meus pais. Eu e meu "namorido" estivemos separados por quase 4 meses, e agora acredito q tudo esteja bem e estou muito feliz. Passamos por várias provações nessa vida, eu como espirita acredito q estamos aqui para evoluir cada dia mais, e sei q estamos passando por alguma dificuldade é porque temos q passar, somente nós, mais ninguém. E sei tbm que tudo passa, é só dar tempo ao tempo, q tudo se acerta, e claro, logo vem outra batalha a ser vencida. Mesmo acreditando nisso eu me pego muitas vezes triste, desanimada, me perguntando porque disso ou daquilo, afinal sou um ser humano, minha mente tbm me prega peças, é tão difícil entender nossos sentimentos e nossos pensamentos não é? porque as coisas não podem ser como queremos? Porque senão a vida não teria graça, como saberiamos a sensação de felicidades se nunca sofrermos? como saberiamos q temos saudades de alguém se não perdemos essa pessoa? os sentimentos são p serem sentidos, claro q as vezes são fortes demais, mas tenho certeza que superamos...

bjus a todos...

vou postar umas fotinhas do meu dia - a - dia:

 

 

 

MEU FILHOTE FOFO

 

 

 

 

 

FAMILIA

 

 

 

 

 

 

 

 

AMIGOS

DEUS

Você que está em mim, como em todas as coisas, me clareie os pensamentos; me dê o equilíbrio necessário para andar com retidão na estrada desta vida.Faça com que eu saiba compreender o processo de transformação das pessoas e de tudo que me rodeia. Faça com que eu saiba me conduzir perante todas as situações em que Você me coloca. Faça com que eu saiba perceber a importância do pensamento limpo, puro, amoroso, para poder viver em paz comigo mesmo e para poder levar a paz e a confiança aos que estão no meu caminho. Faça com que eu saiba discernir sabiamente quando sou colocado em situações que exigem escolhas. Faça com que eu saiba agir acertadamente quando a vida o exigir. Faça com que eu saiba perceber sempre que as soluções para todos os problemas e para todas as dificuldades estão dentro de mim, pois é a Você que devo recorrer quando em desespero, ou em dúvida e é de Você que receberei sempre as mais acertadas e únicas respostas. Conduza-me sempre, meu Deus, pois assim saberei comportar-me em todas as ocasiões, e saberei quando e como estender a mão aquele que você colocou em meu caminho.

Faça também com que eu saiba agradecer sempre a tudo o que me acontece, pois tudo tem uma razão de ser, e se me aconteceu é porque Você está me dando uma chance para aprender o que necessito para o meu maior crescimento. Amém.

As felicidades não se repetem. Sempre inéditas, sempre únicas, sempre intransferíveis.
O acontecimento corriqueiro de hoje é a saudade de amanhã. Sim, porquê as épocas de nossas vidas se sucedem e, frequentemente, ao chegar a nova, vai-se todo o enredo da época anterior. Silenciosamente chega a mudança e com ela, a troca de pessoas, sentimentos, desejos, lugares e forças que movem o nosso íntimo.

É um processo sutil que traz consigo grande poder de transformação. Deixa a sensação enganadora de que tudo aconteceu de repente. Não. As novas realidades se constroem com um passinho depois do outro. Um dia depois do outro. Um pensamento depois do outro.
Acrescente ou tire uma única pessoa do seu convívio direto e perceba como se rearranjam as suas prioridades, se renovam os seus interesses, se diluem as suas certezas. A estrutura daquela felicidade anterior dará espaço para uma nova felicidade. Novos rumos, novas decisões, novos desapegos, novas conquistas.

A noção que construímos de felicidade acontece conforme as pessoas que nos acompanham de perto. Redundância? Talvez, mas há nela uma verdade. Muitos dos que estão perto não são companhia e a noção de felicidade se alimenta apenas daqueles que estão muito próximos. Tão próximos que estão, na verdade, dentro.

Nenhuma das felicidades ficaria presente ou faria sentido se não reconhecêssemos o seu valor. A melhor reverência que se pode fazer a uma época que marcou nossa vida é aplaudí-la durante o seu transcorrer, sabendo que entre dores e delícias, é preciosa e incomparável a seu modo.

E há, sempre, "tempo para tudo debaixo do céu". Há o tempo onde a família lhe sustenta e guia através dos dias. Há o tempo onde a amizade lhe ensina que sua família se estende aos irmãos que nos é permitido escolher. Há o tempo onde sua alma é a sua grande companhia e deste vôo solo, tiram-se alicerces eternos. Há o tempo onde o amor lhe envolve na certeza de que sua forma de caminhar transformou-se para sempre em doce parceria. Há o tempo onde os tempos acontecem juntos ou apenas, um por vez.

E há as pessoas atemporais. O coração nutre uma misteriosa devoção por aqueles que um dia amou e teve como companhia. A companhia, frequentemente acaba. O amor por ela, se transforma em inequívoco respeito temperado na saudade de quem era feliz, e sabia.

Quando a próxima felicidade chega tem o seu próprio sabor. Novos passos, novos abraços, novas rotinas. O coração sente a descoberta e modela-se aos seus formatos . Assim, recicla-se a vida e cada uma de suas formas de ser feliz.

Sim, as felicidades não se repetem. Nos surpreendem lentamente. Ainda que se reconstruísse uma época, nós mesmos já seríamos outros. A cada sentir, reinventamos nossa forma de sentir. A cada querer, reinventamos nossa forma de querer. A cada visão, reinventamos nossa forma de enxergar.

Todas as épocas passarão e, contraditoriamente, deixarão na alma as sementes da continuidade, e no peito, o sabor dos frutos deste grande atemporal, o amor.
 
Já ficou mais do que estabelecido que a grande maioria das pessoas leva vidas bastante corridas e pula de um compromisso para o outro quase que alucinadamente.
Sem que eu entendesse porquê, minha personalidade de alguma forma sempre se opôs a isso, estivesse eu vivendo desta forma ou não.
Observando esta questão um pouco mais de perto, notei que mesmo sem a correnteza de obrigações, a disposição da mente das pessoas curiosamente permanece buscando esta forma de arranjo do seu tempo.

É preciso sempre ter um compromisso, mesmo que seja dentro de sua própria casa. É preciso, ao realizar a tarefa corrente, saber o que virá a seguir. Absolutamente nada contra os compromissos, ou o seu ritmo, porém, esta se torna uma excelente forma de colocar a mente sempre no futuro ou no passado. Em quantos de nossos momentos diários estamos, de fato, atentos para vivê-los?
Note o quanto é raro nos encontrarmos totalmente absortos no que quer que esteja sendo realizado NESTE EXATO MOMENTO.
Alguém poderá dizer que isto significa planejar ou mesmo organizar. Bem, o planejamento e a organização são absolutamente fundamentais para a manutenção e conclusão de muitos projetos e etapas na vida, sem falar na imensa carga de responsabilidade que envolve tantas situações pelas quais passamos diariamente e no ritmo ininterruptamente dinâmico que é necessário para fazê-lo - sobretudo no trabalho. Mas isto não equivale a dizer que esse deva ser o único estado mental de nossas vidas. Tampouco significa que, para lidar com a questão, apenas dedicaremos então algumas horas pré-determinadas na semana exclusivamente para relaxar, seja este relaxamento numa atividade moldada para proprocioná-lo - meditação, natação, sono - ou em alguns parcos momentos de lazer.

Da maneira que vejo, relaxamento não é igual a desligamento, ou lentidão, ou ócio improdutivo. Relaxar, significa estar. Estar na situação à qual nos propusemos em dado momento.

Sim, o equilíbrio entre planejar e relaxar é extremamente difícil e muitas vezes, até indesejado. Assim, corremos tanto e tão rapidamente em direção a algo que sequer temos certeza do que é. Um lugar ao sol? Conforto financeiro? Uma lugar mais próximo do sol? Casa, família, convívio social, viagem? Sim! Com certeza estes instrumentos todos podem nos levar a experimentar muitos momentos de profunda felicidade. Li em algum lugar que "dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a sofrer em Paris" e concordo totalmente. O conforto proporcionado pelo dinheiro pode ser veículo de vivências incríveis, se bem utilizado. E isto também não equivale a dizer que o dinheiro por si, seria a melhor escolha como grande meta da vida de alguém. De que serve o dinheiro, sem a presença de espírito para verdadeiramente, desfrutá-lo?

Não sou zen, nem de nenhuma outra corrente que pregue o esvaziar da mente, o relaxamento, a conexão profunda com o Eu superior, embora acredite que esta seja uma maneira especial e evoluída de viver, e almeje chegar perto disto em algum momento. Por outro lado, acredito que o entusiasmo aceso e vibrante são ferramentas poderosas para sentir-se bem sucedido e, sobretudo FELIZ, ao final de cada dia. Aí está a "pegadinha". Entusiasmo e vibração, de forma alguma excluem o respirar profundo e entregue que alimenta os momentos onde, de fato, estamos presentes. Sem amarras ao passado, sem desespero pelo futuro. Apenas se propondo a mergulhar de cabeça, corpo e alma naquele instante. Naquela conversa ao telefone, naquele trajeto no meio do trânsito, naquela refeição engolida às pressas sem degustar o sabor e prazer únicos que oferece, naquela música que soou repentina trazendo uma lembrança deliciosa, naquela caminhada despretensiosa num lugar interessantíssimo que sequer notamos.

Há uma energia incrivelmente ativa e poderosa em estar presente. Há também um esforço e dedicação que lhe conduz. Ninguém nasceu sabendo como não se preocupar com o que acabou de passar , ou com o que virá a seguir. Como em incontáveis outros desafios, é preciso nos educar.

Impossível falar em estar no momento em que se vive, sem falar em se perceber, se conhecer, se gostar. Quanto maior o tempo dedicado a desvendar esta pessoa cheia de nuances e particularidades que habita dentro de cada um, muito maiores as chances de fazer escolhas acertadas e felizes sobre como utilizar o seu bem mais precioso: seu tempo. Este sim, corre alucinadamente e, para complicar mais um tanto, não volta jamais, sempre nos acenando com a mensagem de que deve verdadeiramente ser sorvido até a última gota de suas possibilidades.

Perguntar-se regularmente "o que eu realmente quero fazer" não vai eliminar as obrigatoriedades da vida moderna, mas vai nos colocar expressivamente mais próximos das vontades que alimentamos e calamos, sem conseguir reservar para elas um horário na agenda.
Foi-se mais da metade deste ano de 2008 que, parecia, começava ontem. Quanto dele foi vivido na construção e realização dos momentos onde o desejo urgia por estar?